ago 3

 

Ninguém vai acreditar.

 

O comercial que anuncia mais uma edição

do International Film Documentary de Amsterdã

levou Bronze em Cannes este ano e

é a mais perfeita tradução da conexão cinema e publicidade.

A campanha foi feita com diretores,

produtores e atores de verdade do cinema holandês,

como neste filme em que o diretor e roteirista Johan Nijenhuis

tenta vender um roteiro ao produtor San Fu Maltha.

A criação é da TBWA\NEBOKO

e a produção da 25FPS, ambas de Amsterdã.

Mike van Diem, diretor de “Caráter”,

Oscar de melhor filme estrangeiro em 98 assina os filmes.

 

 

http://www.youtube.com/watch?v=ORefcIxfdsE

 

 

Enviado por Paulo Peres

www.cinemacurto.blogspot.com

 


jun 22

 

Ajudar não dói.

 

A FSID

(The Foundation for the Study of Infant Deaths) 

é uma entidade de ajuda à famílias

cujos filhos morreram repentinamente e sem explicação.

Neste dramático comercial eles  pedem a sua ajuda.

 

http://www.youtube.com/watch?v=nrv3crwcyuc

 

Enviado por Paulo Peres

www.cinemacurto.blogspot.com

 

 

 


jun 15

 

 

O músico John Michael Osbourne,

ou Ozzy Osbourne,

é conhecido por sua fala

que poucos compreendem

e que o levou a faturar em comerciais

da Samsung como este:

 

http://www.youtube.com/watch?v=ssXeUhnK9Nc&feature=PlayList&p=185C9AB904AD45B9&index=0&playnext=1

 

Neste, o “Príncipe das Trevas”

se assusta com tanta tecnologia.

 

http://www.youtube.com/watch?v=ha8VmHEQXJs

 

Enviado por Paulo Peres

www.cinemacurto.blogspot.com

 

 

 


mai 8

Caros,

Saio de férias por tempo indeterminado. O ritmo de leitura e produção para o doutorado é agora bastante intenso, e infelizmente não estou conseguindo mais escrever aqui do jeito que gostaria e na freqüência que deveria. Preciso de um  tempo para retomar o fôlego.

Sou muito grato a todos vocês, leitores participantes ou silenciosos, que nos acompanham aqui. Muito obrigado, mesmo.


abr 27

Quer dentes brilhantes? O caminho é a Índia. 

A Índia está na moda.

Na TV com a novela “Caminho das Índias”,

no cinema com “Quem quer ser um milionário” de Danny Boyle.

Mas a publicidade chegou antes

com este comercial da goma de mascar Happydent,

leão de prata em Cannes 2007.

Exagerado, hilário e com produção caprichada.

Está mais no clima do filme do que da novela. 

 

http://www.youtube.com/watch?v=0xwdvyy5E08&feature=channel_page

 

Enviado por Paulo Peres.

 

 

www.cinemacurto.blogspot.com

 


abr 13

Comerciais que são o orgulho de quem os criou.

Em qualquer lugar,

carro é um bem que enche

de orgulho quem tem um.

O sujeito trata dele melhor dele

do que qualquer outra coisa no mundo.

Em dois comerciais,

momentos diversos de tarados por carro.

No da Toyota acontece o pior ao honesto motorista

que admite ser o dono do carro

que deu um banho na menina fantasiada de fadinha.

Exagerado, mas criativo e hilário.
.

http://www.youtube.com/watch?v=FZh5hql3qUI

.

No da Chrysler o cara dá a informação correta

de que direção o casal deve tomar,

mas antes, apresenta o seu novo carro.

Igualmente criativo em apenas 10 segundos

e custo quase zero.

.

http://www.youtube.com/watch?v=xPruPw57WZM

.

Enviado por Paulo Peres

.http://www.cinemacurto.blogspot.com

.


mar 30

A pergunta do post anterior (2) tem endereço certo. São aqueles que pensam na liberdade (individual, de expressão etc.) como tendo algum tipo de privilégio a priori que a torne legítima em si mesma. O que eles falham em enxergar é que, se numa cultura democrática – pautada pela negociação de interesses entre grupos conflitantes e pela impossibilidade de um deles sobrepujar os demais – é dado como certo que um determinado valor deve sempre ter prioridade sobre todos os outros, não cabendo nenhuma exceção, o que acontece com a validade dessa afirmação? Em outras palavras, defender um valor absoluto de uma forma absolutista não é proceder de maneira contrária ao modo de ser da própria democracia?


mar 6

Por Gibrael Gibran.

Salamaleque.

Desde o início, eu sabia que o dia chegaria. Em que a princesa das mil e uma noites, as mais belas mil e uma noites da minha vida, a dama, amada, iria partir.
E naquela manhã, os olhos tristes e decididos de Lacal me deram a notícia: era hora do adeus. Sem lágrimas, como era o trato.
Aquele tempo que passamos em suspenso, esquecidos do mundo e por ele esquecidos, era impossível eternizá-lo.
Inúteis os gestos, vãs as palavras, ainda assim foram mais fortes do que eu.
Atirei-me a seus pés e implorei, onipotente como quem acha que pode deter o tempo:

ADIA A IDA.


fev 13

Por Said Dias (interino do interino)

História de Gibrael, narrada por um amigo.

Gibrael e eu estávamos em Gaza quando
Sem aviso, as paredes começaram a vibrar
Estrondos, escombros
Pessoas e notícias desesperadas correndo pelas ruas
Após tratar de manter os seus em segurança
Gibrael foi ver de perto o horror,
O horror — “Haverá para a paz esperança?”
Uma trégua ao menos, rezava
Todos os dias, até que os mísseis cessaram de cair
Gibrael saiu, passou por hospitais cheios e pracinhas vazias
E foi ao litoral
Ao invés da água verde, estendida até o horizonte
Vislumbrou o negro da máquina militar israelense
Sem perder tempo, correu a avisar um amigo
Pacifista como ele, e se pôs a gritar:

A TROPA APORTA!


dez 10

Mais uma vez, Luiz Fernando Carvalho
nos presenteia com delicadas imagens
para interpretar as finas letras
de clássicos autores.
Capitu está no ar.
E mais uma vez,
embriagado pela beleza visual da minissérie
e pela lisérgica direção dos atores,
não consigo entender…  nada!
É tudo tão doidão que desperta
minha burrice contemplativa.
Imagino que o Mausoléu
da Academia Brasileira de Letras
deve estar tremendo com o bruxo em fúria.
(Que saudade dos Maias… tão bonito, tão fiel
e tão bem contado…)


nov 11

Sábado de noite, recebi um e-mail do amigo (e gênio) João Brasil anunciando seu mais novo trabalho, o funk da Luana e do Dado, devidamente colocado no youtube. Em meio às inevitáveis risadas, reparei: contabilizava pouco mais de 1.000 acessos.

Hoje, terça-feira, já são quase 40.000.


nov 3

Quem retorna à cadeira do dentista após uma década de desleixada ausência toma um susto. Quase nada mudou. A “Caras” substituiu a “Manchete” na sala de espera e, vá lá, a agenda da secretária deu lugar a um computador. De resto, continua tudo igual. Apesar da anestesia, ir a um dentista é como voltar no tempo, um lembrete de que a Idade Média foi anteontem. Hoje você pode substituir o coração defeituoso por outro em melhor estado, implantar circuitos eletrônicos no cérebro, ou criar uma cópia geneticamente idêntica do seu buldogue – mas, na hora de arrancar um dente, são dois bíceps, um alicate e muito sofrimento.